As aventuras e desventuras da família Grade Silva
com ninho nas beiras, um pé em terreno mouro e outro em aeminium city
a sonhar por voos em distantes e longínquas terras do mundo ...
Cerejas
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Cerejas (mas pelo tamanho parecem aneixas) de Lava'K'Olhos uma simpatica aldeia ali pertinho do Fundao. Uma generosa oferta da Teresita.
Pois um estudo citado AQUI afirma que os estudantes, os caloiros, durante o 1º semestre chegam a passar fome. Por falta de dinheiro? Não. Porque não sabem cozinhar. O estudo não é português, mas gostaria de saber o que se passa com os lusos. Não sei se passam fome ... mas seguramente alimentam-se mal. Disso não teria dúvidas. Proposta de negócio: cursos de desenrascanço culinário para caloiros e não só, financiados pelas universidades com custo financiado. Todavia, não só de comida vive o caloiro, as outras temáticas deveriam e poderiam ser abordadas ...
Cheguei a Sendim apenas no sábado, sábado, dia 04 de agosto, no fim, vim “encerrar” o festival. Nesse dia, assisti, à distância, à Oficina de Danças Mirandesas, que me despertou o apetite de me juntar aos muitos convivas dançarinos, mas apenas fui vencido pela irresistível vergonha e pela necessidade de petiscar e beber qualquer coisa fresca. Fica para a próxima. Mas, participei com a minha alma a 100%, na esplanada da “Pensão e Restaurante Gabriela” no Largo da Igreja, entre umas tapas e um golito de cerveja, acompanhei com alegria os esforços dos dançarinos. Fora do programa, ausente de previsão, quis a sorte que nessa mesma esplanada uns bons e divertidos convivas, predominantemente espanhóis ?!, pareceu-me, pegassem das guitarras, flautas e instrumentos de percussão e cantassem tarde adiante e principio da noite. Um pouco de tudo eles cantaram, com aplauso e participação do “povo” que entre tapas e finos, cantavam desde as populares do folclore às velhas canções de ...
Apresentação de “Os Aneis das Flores” (Loulé) A 21 de Novembro, pelas 15h00, na Biblioteca Municipal de Loulé, vai ser apresentado o novo livro de Idália Farinha Custódio. Trata-se de uma selecção de poemas de antigos alunos desta professora, executados durante as aulas. A apresentação será feita precisamente por dois desses alunos – Paulo Jorge Moreira e Margarida Guerreiro. Nesta colectânea infanto-juvenil, a autora pretende recuperar alguns textos elaborados nas salas de aula, nas “Cartas à Professora”, nos papelinhos amarelos ou em autocolantes, desde 1973. “Estes poetas, que, hoje, são mulheres, homens e jovens, talvez não esperassem que os seus poemas viessem à luz, depois de todo este tempo guardados, e que são os meus afectos e são parte da minha vida! Mas como não são património meu, estes poemas, que reflectem um percurso inesquecivelmente luminoso, aqui estão. Devolvo-os aos seus autores e dou-os ao mundo”, diz a antiga professora na nota introdutória do livro. Mas esta sele...
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