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Crónica de uma Anarco Adolescente

Para pessoas que não gostam da forma que está a nossa sociedade: Crise , ou será terror. Carne picada (uma embalagem) tira-nos do bolso á volta de 5 euros. Cavaco Silva ou será melhor dizer Cavalo Terrorista estragou-nos a nossa querida agricultura, era ela que nos ajudava a a receber alguma massa, o comércio que agora se foi abaixo (China, Espanha, França!!!!!!!!!!!!) Sócrates entrou no Palácio de Belém minuto depois da oposição ter chumbado o PEC 4 (eu não sei o que isto quer dizer mas apareceu nas notícias portanto escrevia aqui !!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!! Escolas Privadas a começarem a ser pagadas, mas desde quando !!!!!!!!!! É assim eu ando numa escola privada portanto tenho que meter isto aqui !!!DAAAAAAAA-AAAAAAAA!!!!!!!!!!!!! Voltando as palermices, Portugal precisa de educação para conseguir cumprir os seus desejos, deve...

Crónicas de um Terror[rista]

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Definitivamente a era da Nova (des)Ordem Mundial começou. Já não foi agora, começou à algum tempo. A invasão do Iraque foi no tempo em que era necessário os governantes inventarem uma ameaça global para invadir e destruir um país. Agora, já não é necessário inventar coisas dessas. Não. A vida política mundial ganhou transparência ... os grandes lideres com um olho no petroleo e outro no ditador, afirmaram que ... "Não gostamos do bigode do Kadafi. Por isso, vamos rapar-lhe o bigode". E prontinho. 1ª fase da invasão, raids aéreos. 2ª fase apoiar os grupos que localmente, também não gostam dele. Serviço feito. Problemas de consciência com outras situações, quê o Iemam, Sudão, Darfour, Georgia, Turquestão, Arménia ou Tecthenia? Nãaaa. Então e as Berlengas? Agora quem não foi engraçado ou tiver graça, tá lixado. Ah, mas claro, o Apoio Humanitário é essencial. Mandam-se umas bombitas e acaba-se a necessidade de ajuda aos refugiados da guerra (que criámos). O que de melhor tem a D...

Geração ... quê?

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A propósito do alarde que por aí anda e da falta de critica às banalidades que se ouvem, despontam algumas vozes que põem o dedo na ferida. Sempre existiram pessoas à rasca, pessoas enrascadas, desenrascadas e gente rasca. Geração P, Geração F (de fodida) ou dos 1000 € (ordenado máximo) sempre os ouve. A geração e as pessoas de uma, passam a ser os pais de outra e sempre continuamos atascados. Antes na tasca, mas a vida agora, nem isso permite. Todavia, gente com bom senso e juízo ordenado, sempre as houve e espero que continuem a haver. Já sou demasiado velho para participar em manifestações. E, nesta de certeza que nunca participaria. (o palavreado ideológico é demasiado bloquista para o meu gosto e não acho coerência nenhuma nas posições/posturas/reclamações anunciadas). A principal questão é a que AQUI se retrata. " Mas este protesto não é só dos jovens. Também é de todos aqueles que lutaram na vida para verem os seus sonhos concretizados e vêem tudo por água aba...

Tal Qual como Cá

De vez em quando, sobretudo no inicio do ano escolar a (velha) questão do peso das mochilas abre noticiários. Mas como sempre, ficamos pela “caixa” e nada mais. Aliás segundo um inteligente e perspicaz ortopedista, afinal a coisa não é preocupante e os moços e moças lusos, afinal, até podem carregar com uns quilitos que não lhes faz mal. Pelos vistos, lá pelos States … nas Américas, que não conhecem este nosso ilustre médico, passaram dos actos às palavras e se as mochilas estão carregadas com peso a mais … temos que a aliviar. Posto o problema … carece de uma resolução. Estudam-se as soluções possíveis. Descobrimos uma. Ok, go ahead. E Voilá. Assunto resolvido. É tudo muito parecido com a metodologia portuguesa. A notícia sai aqui  http://tvnet.sapo.pt/noticias/detalhes.php?id=65121 E foi assim: “Uma escola privada norte-americana decidiu trocar os livros pelo iPad. Os responsáveis alegam que os alunos carregam demasiado peso para a escola.   Depois de se terem apercebido que...

Não. Sou contra.

Sou contra que o estado construa um campo de golfe no Jamor. Mas que raio, tenho eu que pagar os campos de golfes de uns quantos senhores de lisboa que querem jogar golfe ao preço da uva mijona. Querem jogar golfe? Vão para os campos privados e paguem. Agora eu tenho que pagar esse campo para uns quantos? Se no passado poderia apoiar uma decisão desse tipo, neste momento digo NÃO. E os responsáveis pela alteração do meu pensar são os distintos governantes que temos. Tiram-me o Metro, tiram-me o colégio da garota ... Agora eu digo, NÃO.

Isto não é um artigo científico é de opinião.

Como profissional dos domínios da mente, interesso-me particularmente pela fronteira entre o irreal e o real, ou se quiserem, entre a fantasia e a realidade e os pontos, em que ambos os "mundos" se confrontam. Esse espaço intermédio entre a realidade e fantasia, entre a realidade e o mundo onírico é um dos pontos mais ténues que separa a vida mental saudável da loucura. Desde que crianças que fazemos uma aprendizagem de aproximação da realidade e de fuga ao mundo imagético. Mesmo quando adultos, algumas "peças"/partes desse mundo ficam coladas ao nosso ser, e revelam-se ser primordiais no aparecimento de capacidades, socialmente muito valorizadas, como a escrita criativa, a representação, etc. O lado mais negro destes pedaços de um mundo irreal, que passa a campus virtual, é a mentira, o exercício político e a fuga para esse mundo de não existência que é a esquizofrenia. È pois possível assistir no adulto saudável a manifestações que por si só, são fragmentos...